Para realizar o estudo, que tinha sido antes publicado no The American Journal of Psychiatry, os investigadores analisaram registros psiquiátricos de tribunais e outros documentos médicos apresentados como prova em tribunal de duas mil pessoas condenadas na Suécia por homicídio, tentativa de homicídio ou homicídio culposo entre 1998 e 2001.
Entre as doenças psiquiátricas registadas incluem-se a esquizofrenia, distúrbios de personalidade, ansiedade, stress pós-traumático e depressão. Em muitos casos, o assassino sofria de duas ou mais destas doenças. Além disso, metade dos arguidos tinha uma história de abuso de drogas.
Os resultados revelam-se mais altos do que os detectados em outros estudos do género realizados em outros países da Europa Ocidental. Uma situação que pode ter a ver com o facto de os investigadores terem tido acesso a dados mais completos.
Para os responsáveis do estudo, no entanto, os resultados poderão estar ainda aquém da realidade, uma vez que em muitos casos o homicida comete suicídio depois do crime, sendo, portanto, impossível a realização de uma avaliação psiquiátrica.
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